quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Princípio Behaviorista

     Segundo a teoria Behaviorista ou Comportamentalista, a personalidade individual de uma pessoa surge por meio de sua história de aprendizado. Isso significa que o comportamento é marcado por todas as experiências de premiações e punições por meio de condicionamentos clássicos e operantes. As diferenças entre as pessoas não podem ser explicadas apenas pelo processo de aprendizagem. Os recém-nascidos já mostram características pessoais distintas.


Condicionamento do rato na caixa de Skinner

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A Teoria Dinâmica Da Personalidade Por Sigmund Freud

     Segundo Sigmund Freud (1856-1936), as pulsões são responsáveis pelas ações. Tensões pulsionais surgem quando se acumula uma determinada quantidade de energia. A psique está, segundo ele, empenhada em desfazer essa tensão, tendendo a dissipá-la. A mais importante das pulsões é a sexual.


Sigmund Freud (1856-1936)


     Segundo Freud, imediatamente após o nascimento, os seres humanos possuem apenas as pulsões ou instintos inatos. A instância em que estas pulsões estão localizadas é denominada por ele de ID. Por meio do contato com o mundo ambiente se constitui outra instância, o EGO em alemão, que faz a mediação entre os desejos do ID e as exigências do mundo circundante. Ademais postula ele como instância moral o SUPEREGO [em alemão, Über-Ich], o qual constitui a assim chamada consciência ou certeza moral [Gewissen]. O SUPEREGO surge da internalização das normas e dos valores sociais e paternos. É uma instância de controle, que vigia e supervisiona o EGO e, por conseguinte, também o ID. E exerce uma influência decisiva sobre a repressão ou o recalque, no subconsciente, das pulsões e dos desejos do ID.

                                        

     Segundo a teoria de Freud, a personalidade é condicionada pela ação conjunta e pela expressão diferenciada das três instâncias. A satisfação das pulsões infantis também desempenham um papel no desenvolvimento da personalidade. Se, numa dessas fases, for concedido demais ao ID ou se, ao contrário, ele for reprimido, dá-se então uma fixação na respectiva fase, o que leva à determinação do comportamento. Freud descreve as fases Oral, Anal e Fálica.



Fase Oral


     A fase Oral dura até o segundo ano de vida. A criança obtém o seu sentimento de prazer da região bucal, estando em primeiro plano a admissão de alimentos e a sucção de objetos. A fixação nessa fase leva, na idade adulta, a um elevado consumo oral, como comer, beber ou fumar.


Fase Anal

     Do segundo ao terceiro anos de vida, a criança percorre a fase Anal, estando em primeiro plano  a excreção e cujo controle é consciente. A fixação nessa fase resulta frequentemente na mania incontrolável pela ordem, bem como em avareza e teimosia.

Fase Fálica

     Na fase Fálica, que dura do quarto ao sexto ano de vida, as crianças exploram o próprio corpo e descobrem a região genital. Clítoris e pênis são estimulados. Nessa época, os meninos rivalizam com os pais em favor da mãe. Surge o chamado Complexo de Édipo, combinado com o medo de ser castrado, como punição, pelo pai. Meninas sentem-se inferiorizadas, uma vez que lhes falta o pênis. Assim surge a inveja do pênis. Além disso se desenvolvem inveja e ciúme, pois elas se voltam para o pai, entrando assim em concorrência com a mãe. Esse fenômeno é conhecido como Complexo de Electra, uma analogia feminina ao Complexo de Édipo. Havendo aqui uma fixação,o Complexo de Édipo se manterá, constituindo assim um comportamento machista.
   





sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Psicologia Da Personalidade

     Cada ser humano é único, distinguindo-se dos demais. Algumas pessoas possuem um temperamento forte, outras são mais calmas ou temerosas. A Psicologia da Personalidade ocupa-se com essas particularidades individuais da vida e comportamento humanos. Ela investiga como surgem e quão frequentes e estáveis são as diferenças individuais. No centro da Psicologia da Personalidade estão as características pessoais, como temperamento, inteligência, criatividade e ansiedade.


Gestaltopsicologia Ou Psicologia Da Forma (Gestalt)

     "O todo é maior que a soma de suas partes." Essa frase descreve a ideia básica da Psicologia da Gestalt ou da Forma. Uma melodia, por exemplo, não é uma mera soma de sons singulares. O que é decisivo na melodia são a sequencia, a ordenação e a relação dos tons, ou seja, a assim chama forma.
     O organismo humano aspira por informações unívocas, ordenadas e sensatas. No contexto da Psicologia da Forma, essa tendência é chamada de pregnância. A assim chamada boa forma é criada por meio de clareza, estruturação, semelhança, regularidade, simplicidade e univocidade. Círculos, quadrados, gotas e cubos são exemplos de formações pregnantes.



Círculo: uma forma pregnate.

     Se há informações incompletas, estas são adequadamente completadas. Sempre se tenta ver um modelo como um todo, mesmo quando apenas partes estão disponíveis. Do mesmo modo, planos não totalmente simétricos são vivenciados como iguais. Assim, um plano cinza, que passa do cinza claro para o cinza escuro, é percebido como unitário. Este fenômeno é denominado na Psicologia da Gestalt de "Assimilação". Mas se esse plano for dividido por um traço, portanto, se for estabelecido um contraste, então surgem dois planos claros diferentes. Por meio de contraste surge assim o chamado fenômeno "Figura-Fundo": estímulos menores, mais claros e mais bem estruturados são destacados como figura, enquanto estímulos maiores e mais escuros formam o pano de fundo.
     O modo como algo é percebido depende, portanto, do contexto, da relação com o todo. Estando próximos um do outro, lado a lado, os estímulos são percebidos como conexos e compreendidos na mesma figura (lei da proximidade). Segundo a lei da semelhança, a conexão ou copertinência de estímulos também depende de suas cores, forma, altura ou intensidade. Assim, embora incompleto ou imperfeito, um modelo ou padrão de estímulos pode ser percebido como completo ou perfeito.

Imagem que representa: figura-fundo.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Muito Obrigado

     Quero agradecer a todos que visitam e comentam o meu blog, pois o criei com o propósito de compartilhar com todos o pouco conhecimento que possuo de Psicologia, e gostaria de receber de volta esse conhecimento, através de comentários. Comentem pessoal, quero saber o que estão achando dos postes, se estão aprendendo com eles, ou até mesmo se falta alguma coisa.
     Aceito sugestões aqui pessoal, e um muito, muitíssimo obrigado!


E-mail: romulo.victor@hotmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/romulo.victor1






Psicofísica

     No começo da história da Psicologia já eram investigados os processos perceptivos, por exemplo, por Helmholtz, Weber e Fechner. Em particular, investigava-se a relação entre a qualidade de estímulos físicos, como luz ou som, e as reações provocadas por eles. Por exemplo, pessoas-cobaia tinham de comparar pesos. Nesse caso se verificou que pequenas diferenças de peso não eram percebidas. Quanto maior era a diferença entre os dois pesos, tanto maior era a probabilidade de uma diferença ser notada. A menor diferença perceptível é designada como diferença-limite. Ernst Weber (1795-1878) foi o primeiro a realizar pesquisas sistemáticas sobre diferenças-limite.


Campos Da Psicologia

     O homem está submetido permanentemente a uma série de estímulos e informações. Para orientar-se no mundo, a escolha e a percepção dos estímulos, bem como sua elaboração, desempenham um importante papel. O comportamento do homem baseia-se em muitos elementos. Entre eles, a experiência de aprendizado, o modo de armazenamento do saber, quais estratégias de soluções de problemas são aplicadas, a motivação e os sentimentos. Para prever e explicar o comportamento de um homem, todos esses fatores tem de ser levados em conta.